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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Um jeito 20 de dezembro de ser.

O signo de Sagitário inicia em 22 de novembro e termina em 22 de dezembro. É um signo positivo, mutável, de Fogo e governado pelo planeta Júpiter. Sendo um signo masculino e duplo, tem um conflito entre as suas duas metades, a primeira humana e a segunda animal.
O nativo deste signo é expansivo, e… espaçoso! Ama os países estrangeiros, as grandes viagens, as aventuras e as coisas extravagantes e aprecia a vida saudável, a dança e os esportes ao ar livre; entre estes privilegia os cavalos e os esportes de grande velocidade.
Tem atração pelas religiões e filosofias, especialmente orientais, e também pelas coisas da lei e da justiça. São excelentes diplomatas e juristas, e também podem seguir a carreira religiosa.
Adora o comercio exterior e a navegação intercontinental, tudo para ele é grande: o Sagitariano não pensa pequeno. Ser de grandes idéias, imagina-se o próprio Júpiter reinando no Olimpo, e por esta razão acha que tudo lhe é permitido, tornando-o as vezes excessivamente generoso e um pouco "folgado" Sendo um pouco aventureiro é também algo infiel!
Tem qualidades de adaptabilidade, vitalidade e entusiasmo, um excessivo otimismo. Possui também uma grande sabedoria, intuição e mesmo o dom de profecia. Gosta de fazer pregações e ensinar.
Entre seus defeitos existe uma certa imprudência, o gosto pelo risco e pelo jogo, o gosto pela aventura e a consciência "elástica", que ele usa para se desculpar de todas suas atitudes. Sendo excessivamente idealista e otimista, não avalia bem o lado prático de suas ações, se decepcionando em seguida e por isso precisa de encorajamento muito mais do que ele deixa transparecer.
O ponto fraco em seu organismo são as coxas e as nádegas e ancas.

Sagitário e o Amor:
Sendo um bom amigo, pois sente prazer em ouvir e ser ouvido. Quando se apaixonam, podem entrar com bastante entusiasmo nas relações, mas por outro lado, serão bastante livres e independentes para buscar um outro amor ‘um pouco mais longe". A grama do vizinho é sempre mais verde! Cuidado para não se engajar em vários relacionamentos, já que não suporta o tédio sexual. Um relacionamento é total e completo quando há também … uma certa fidelidade, não é?
Dificilmente permitirá porém, que o casamento o monopolize, já que suas necessidades intensas parecem incompatíveis com um relacionamento estável e duradouro. Deve partir por uma relação aberta, onde ambos os parceiros busquem completar o outro, sem monopolizá-lo.

Sagitário e a Casa:
Qual a casa ideal para um sagitariano? Um avião, ou até um navio!!! Sim, porque o nato sob o signo de Sagitário, não para muito tempo num só lugar. Ele está sempre "entre duas partidas". Sua casa está repleta de lembranças do seu passado, mas está sempre pronto para receber aquelas do futuro. "O mundo é tão vasto" parece dizer cada objeto. Uma foto de seu cavalo preferido, lembra ao Sagitariano que a aventura é um esporte aristocrático.... Ao mesmo tempo senhor e vagabundo, este nato sabe tornar mais nobre a decoração de sua vida, mesmo preservando sua liberdade. Muitos objetos étnicos, de países distantes, o lembrarão de deixar uma mala sempre pronta.
E o quarto do Sagitariano como será? É quase como um hall de entrada para os seus sonhos, que o levam para as suas viagens longínquas, para suas aventuras. As cores são fortes, as madeiras nobres, que lembrem as areias douradas do deserto, ou as florestas verdejantes. O conforto é primordial e a cama, esta deve ser ….imensa!


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Política paraibana: caleidoscópio “sem lógica”.

Nunca me atrevi a escrever sobre política, porque tenho minhas concepções bem denotativas acerca do assunto. Vejo que o conceito de política assumiu um outro significado, quando observo as intenções e os ideais dos políticos. Nenhuma teoria se aplica à prática, logo não há ações que transformem o atual paradigma político.


Ao ler uma matéria de um jornal, fiquei abismada com a suruba de informações que li sobre o atual cenário da política paraibana. Fiquei inquieta demais, o que me levou a refletir e escrever sobre um assunto tão pertinente, embora mal compreendido pelas pessoas que se dizem do meio.

Não é difícil para mim e para muitos, como manda o clichê do clichê, desenhar a essência de um político brasileiro: desonesto, malandro, ladrão, assistencialista, em suma, corrupto. Pouquíssimos são aqueles que não possuem essas características.

Agora, nunca ouvi falar, tão explicitamente, que a tal da corrupção fosse tão esclarecida a ponto de se estender para as relações interpessoais entre grupos de uma mesma ideologia - é como a essência de um escorpião: se for o caso meu veneno serve para mim e para ti, tanto faz. Hoje, não se usa mais inteligência para fazer política, pode-se ter até a mãe como adversária política!Vejo, a partir de uma análise bem modesta, que os malabarismos são feitos de maneira súbita e escabrosa para tentar conquistar o poder e a autoafirmação às custas da inocência alheia. Parodiando Fernando Pessoa, “ Tudo vale à pena quando a grana não é pequena”. Isso vem revelando a incapacidade de reflexão dos manipuladores e manipulados. Jamais essas atitudes vão conferir governabilidade para ninguém, e nem garantirá a satisfação que povo quer ter. Dentadura? Tijolos? Cimentos? Isso é coisa do século XIX. A moda agora é conferir bem estar até quando o mandato terminar, seja numa vaga em um gabinete, ou um plano de saúde.

Foram vários episódios do atual cenário político que “amadureci” e percebi que a política daqui acontece quando o arco-íris desemboca no seu quintal, prometendo achar as tão sonhadas minas de ouro, que pertencem ao povo.

A política paraibana está tão fragilizada, assemelhando-se a um “caleidoscópio sem lógica”, girado por qualquer um e para qualquer lado, proporcionando sempre uma situação de interesses desequilibrados. A sensação é a de que há um caos: em quem eu posso votar? Quem é quem? Quem fez o quê? Quem vai ser inelegível? Quem é elegível? Até certo ponto, é compreensível a desordem, quando há vontade de organizar algo. Porém, sabemos que tudo isso não deixa de ser uma questão de politiquismo, de afronta, de ganância e de egoísmo, entre concepções, nada está voltado para o sentido verdadeiro de evolução. Acho uma pena porque meu voto ainda permanece em branco!

A concepção de ética, de alteridade, e a ideia de organizar o estado para o povo, já foram esquecidas há muito tempo! Agora é a vez do partido “dos poderes de greiscon”, do “eu”, do “quem pode mais” bem a cara dos absolutistas. Virou um meio de vida! E o pior é que tem uns que pensam que ainda estão na época das capitanias hereditárias que passavam o governo de pai para filho, ou de tio para sobrinho...

Como um aluno que apresenta dúvidas no meio da aula, tenho um questionamento: A política seria uma espécie de produto num leilão? “ quem der o lance mais alto leva o aliado, seja ele de oposição ou situação, tenha ele ideologia ou não”. (Aprendi com vovó um conceito de lealdade muito diferente e não abro mão de substituí-lo por outro!). Interessante é a união e a consistência nas relações políticas, isso sim chama atenção.

A Paraíba perde por conquistar a superficialidade, pois esqueceram o que seria uma verdadeira política, como afirmava o nosso velho Rui Barbosa:

“ A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmos, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia; cria, eleva o merecimento. Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem … Política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais...”

Apesar de saber pouco sobre o assunto, uma coisa é nítida: A política da Paraíba foi construída num terreno instável, poluído e baldio, no qual todo político que passou pela máquina, despejou seu lixo; hoje vejo um lixão do Roger, quando se trata de política.

No mais, espero que tudo isso seja apenas um pesadelo e que no outro dia eu possa acordar certa de que as próximas gerações não farão tanta vergonha ao pensarem em compor uma simples equipe para nos representar; que eles possam ter em mãos a máquina da integridade, do repeito ao outro, da honestidade e o verdadeiro compromisso com o povo. E torço para que o cenário se organize, porque eu ,no dia das eleições, quero digitar algum número que substitua o meu atual voto em branco.



Andressa Fabião